Hoje eu quero me jogar... De um prédio, talvez. Mas o máximo que vou conseguir, com minha triste covardia, é me jogar na cama, na minha cama, depois de ler o texto mais triste da Tati Bernardi, colocar a musica mais triste do meu "Playlist"[de preferencia alguma q lembre-me ela], e vou chorar como criança até pegar no sono... Por quê? Porque tô precisando da compania da minha dor que está incomodativamente, e inconvenientemente alojada, escondida em meu peito.
Quero que ela saia e venha até meus olhos em forma de quentes, e familiares lágrimas. Quem sabe não a tiro de mim através dos olhos? Quem sabe não a derroto com gentileza, porque força já não tenho. Quem sabe não a faço desistir de mim por pena, ou por pena a fazer não mais me abandonar, com medo da solidão.
Que droga de dor!
Dor essa que acarreta pensamentos suicidas, danos à saúde por excesso de álcool, cigarros e chocolate, e na melhor das hipóteses umas porcas linhas de poesia mal escritas e sem talento, por impaciência e urgência dela... Da droga da dor.
Q pelo menos vaguem por aí algumas palavras, algumas sentidas palavras.
ResponderExcluirEssa porra de doença passa, e daqui a pouco Las Vegas nos fará sorrir, rolando pelo tapete do chão de cassinos!
Coração? Isso é coisa de comer em churrasco!
Pra que coração? Vou substituir o meu por um cú!
ResponderExcluirÉ sempre lá que tomo quando o puto do coração faz escolhas, mesmo.